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Fórum Cearense pela Vida no Semiárido realiza debate e planeja suas atividades para 2014

Rosa Nascimento e João Ernesto - comunicadores populares da ASA
Pacajus | CE
04/04/2014
Participantes do encontro em mística |
Foto: Arquivo FCVSA
Aconteceu entre os dias 26 a 28 de março, em Pacajús, região metropolitana de Fortaleza (CE), o Encontro de Planejamento Anual do Fórum Cearense Pela Vida no Semiárido (FCVSA). A mística de abertura deu as boas-vindas aos quintais produtivos, igualdade de gênero, agrofloresta, feira agroecológica, chuva... E adeus aos transgênicos, desigualdade de gênero, cisternas de plástico, latifúndio, cerca, entre outros, simbolicamente. A música “Que bom, que bom, que bom encontrar você...”, culminou o momento de acolhida dos/as participantes.

Ações planejadas e assumidas pelo coletivo do Fórum; momento de construção coletiva; renovação e compromisso junto ao Fórum; fortalecimento das ações; fortalecimento no debate da agricultura familiar e do Semiárido; troca de conhecimento e sair com o compromisso e com as ações agendadas foram perspectivas apresentadas logo no início do encontro.

Cristina Nascimento, do Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (Cetra) e também da coordenação executiva da ASA, falou da proposta de universalização da água e o interesse de outros países de continentes como a África, na implementação das tecnologias de captação de água da chuva, para apaziguar os efeitos da estiagem.

O primeiro espaço de debate aconteceu nos grupos, que orientados por Francisca Sena, da Cáritas Regional Ceará, dividiram-se por questões temáticas e discutiram os conceitos: “governo”, “Estado”, “política de governo”, “política de estado”, “orçamento político” e “controle social”.

A participação nos conselhos, compreendendo o espaço onde ocupa; participação no orçamento governamental e o entendimento de que o povo faz parte dessa conjuntura também foram pontos apresentados na plenária pelos grupos.

"A gente precisa ampliar um pouco mais essa discussão. Nosso fórum é sociedade civil, nós somos sociedade civil. Quando a gente fala de Estado, fala-se de bem público. No Estado tem parte desse governo que é transitório. Fazer política exige debate, discussão. Nesse sentido, é importante empoderar as pessoas para assumir os espaços. Quanto ao controle social, as mobilizações são estratégias para pressionar o governo para avançar sobre as questões que pautamos”, sinalizou Sena.

No último dia do encontro (28), a mística de abertura impulsionou os/as participantes a entrar em sintonia com o lugar onde acontecia o evento. Exercícios respiratórios; acolhimento do outro e contemplação da natureza fortaleceram o grupo para dar continuidade aos trabalhos.

Logo após a mística, sete grupos compuseram uma dinâmica chamada de carrossel, onde trocaram ideias e sugestões, e todos puderam contribuir com o planejamento.

Fonte: ASA COM


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